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Perhaps não são ervilhas!

Se tudo na vida fosse perfeito não havia talvez. E perhaps eram ervilhas...

Não tenho nada contra quem é anti praxe, mas...

por António, em 06.10.14

...aparentemente eles tem tudo contra mim, que fui praxista!

Luís Pedro Nunes protagonizou, a meu ver, uma das mais lamentáveis intervenções contra a praxe. Concordo que as praxes que gozaram com o Meco foram de mau gosto, desnecessárias e totalmente reprováveis. Mas isso não dá o direito a ninguém de chamar a praxistas e praxados "grunhos", "imbecis" e "merdas" e dizer que os alunos que compactuam com as praxes deviam ser expulsos das universidades! 

O mais interessante no meio disto tudo, e não estou a desculpar qualquer praxe, é a falta de moral que é preciso ter para se dizer isto num programa - o eixo do mal - que tece comentários sarcásticos e piadas sobre a actualidade!

Cada um é livre de dar a sua opinião sobre a praxe, cada um é livre de integrar ou não a praxe. O mais curioso é que sempre vi anti praxe nos recintos das latadas e queimas, sabendo-se perfeitamente que as actividades académicas são um produto da praxe! 

Sejamos sinceros, nunca vi praxistas incomodar-se tanto com pessoas anti praxe, como vejo anti praxe incomodar-se tanto com pessoas praxistas! 

 

5 comentários

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    De Joana Pires a 09.10.2014 às 20:55

    Olá, boa noite! Respeitando tudo o que foi dito e comentado neste seu post, gostaria de lhe apresentar um praxista bonzinho e que nunca humilhou nenhum caloiro: o dono deste blog! ;)
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    De Alexandra a 09.10.2014 às 22:03

    Então e exemplos? Mostrem-se exemplos de atividades dos praxistas bonzinhos :)
    Eu acredito que o António seja um deles, mas gostava de conhecer exemplos.
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    De António a 09.10.2014 às 22:37

    Até dou um que vem do local mais improvável, a TVI:
    http://www.tvi24.iol.pt/videos/praxe-solidaria-aqui-vai-um-banho-publico/543592ae0cf2acbe0e621c29/1?utm_campaign=editorial-tvi24&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_content=-post


    A primeira praxe da ESEV (em Viseu) é levar os caloiros em passeio por toda a cidade, visitam a sé, andam no comboio, visitam o museu Grão Vasco, a estátua do Viriato e por aí. São ensinados a orientar-se por uma cidade que na maioria não é a deles. Também me dizem que isso não integra?
    (Só estou a falar do que conheço)
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    De Alexandra a 09.10.2014 às 22:50

    Então pronto, eu vou fingir que sou ingénua e que acredito que a praxe no Porto é só aquilo e que em Viseu também se ficam por um passeio turístico.
    Os códigos de praxe com todas as "leis", regras sobre os modos de agir dos caloiros para os doutores, e sanções para quem não cumpre, os julgamentos... enfim, tudo o que vem descrito nos códigos de praxe são pura ilusão. Nada acontece. Ou então, o que vem escrito nos código de praxe: não é praxe.
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