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Perhaps não são ervilhas!

Se tudo na vida fosse perfeito não havia talvez. E perhaps eram ervilhas...

Déjà vu...

por António, em 18.02.14

Todos os dias volto o vazio olhar para a janela que ilumina a minha manhã, os raios de luz penetram lenta e dolorosamente o meu cérebro, e ouço. Começo a ouvir as gotas de chuva a tilintar nos vidros da minha janela, som que me acorda para a decadência de mais um dia. Subtraindo-me ao estado onde os sonhos, por alguma razão biológica, não tem cor atira-me para a imensidão de mais um dia cinzento.

Para lá da fina camada transparente que me separa do mundo, as pessoas movimentam-se como pequenos peões como se tudo não passasse de um enorme tabuleiro de mesa. Movidas à mercê um uma mão invisível enfrentam a dura rotina diária munidas de um contagiante sorriso. Parecem felizes. Invejo-lhes por isso a capacidade de camuflar toda a mágoa reprimida e os sonhos desfeitos atrás de um tão simples e inocente gesto.

Consigo sorrir então, não por mim mas por quem mais forte do que eu consegue devolver a cor a tão tenebroso dia, por quem aceita o diário desfazendo-se de ilusões.

Mas o sorriso é efémero e a revolta chega em força. Começa então a saudade. Saudade dos tempos em que nada nos podia vencer, saudade dos tempos em que se podia sonhar, ter ilusões de grandeza, saudade dos dias preenchidos de risos sinceros. Apenas saudade.

Pois, saudade, que por ser palavra só à língua portuguesa pertence, que por ser sentimento, tão bem me define.

Inspira-me #3 (dia internacional do...)

por António, em 17.02.14

Se eu pudesse escolher hoje - ou qualquer outro dia - seria o DIA INTERNACIONAL DO SONO. Um dia, que seria feriado em todo o mundo e em que as pessoas podiam dormir o dia todo ou fazer simplesmente nada! (eu dormia!)

Acho que vou levar esta proposta ao parlamento, por lá eles parecem ser experientes no que a esta matéria diz respeito, pode ser que vá a referendo.

Recortado..

por António, em 16.02.14

 

 

 

Tudo que é banal e cliché num dia...

por António, em 14.02.14

O "amor" já é tão banal que está marcado no calendário. Assim todos podem dizer que hoje é dia de amar e fazer algo romântico com a outra pessoa, é dia de oferecer flores, chocolates e ursinhos de peluche (ou baratas). É nada mais que o único dia para amar, é o dia em que as surpresas não são surpresa porque já se está à espera, é o dia dos namorados, dos clichés. Do banal. 

Se é para amar, que seja todos os dias, ontem, hoje, amanhã. Um gesto bonito hoje não mascara todos os que ficaram por fazer nos outros 364 dias do ano. E já agora, amanhã é dia 15, celebrem também o amor.

Follow Friday #3

por António, em 14.02.14

Chegado à terceira sexta-feira é hora de destacar. E agora? É hora de visitar e seguir este blog!

To do list...

por António, em 12.02.14

Todos nós temos, ou deveriamos ter, objetivos delineados, embora também reconheça que a maior parte do tempo se envolvam numa preguiça tal que se torna díficil conseguir ir avante com eles. Mas, mais vle ter algum do que nenhum, pelo menos é o que eu penso. Eis a lista que escrevi, não tem própriamente um tempo limite, mas quanto mais rápido conseguir, mais rápido escrevo outra (sintam-se à vontade para contribuir!). E já agora, podem partilhar as vossas to do lists!

 

1. Conseguir um emprego na área (sendo no jornalismo melhor!). 

2. Voltar a praticar um desporto.

3. Começar e levar adiante uma dieta!

4. Ter um carro.

5. Escrever um livro.

6. Escrever e defender a minha tese (com boa nota!).

7. As luvas do Oblak (se autografadas melhor!).

8. Andar de avião.

9. Fazer uma tatuagem.

10. Ir a todos (ou ao maior número possivel) de festivais de verão num ano.

25 coisas a fazer antes dos 25 (by moche!!!)...

por António, em 11.02.14

Recentemente a moche lançou uma campanha jovem e irreverente - como aliás é comum na marca - e algo que todos, ou quase todos nós já alguma vez na vida pensamos em fazer... uma lista de 25 coisas a fazer antes dos 25 anos!

É claro que esta lista está diretamente direcionada para a marca, não deixa de ser uma estratégia de marketing, mas tem realmente algumas boas ideias.

Deixo-vos a lista e ainda vou marcar o que já fiz.

 

1- Fazer um jantar para os amigos  

Durante os anos de faculdade foram vários os jantares para amigos. 

 

2- Visitar uma amiga no estrangeiro 

Não tenho amigas no estrangeiro

 

3- Fazer escalada ou skydive 

Não fiz!

 

4- Aprender a falar outra língua 

Desde que nasci, é o que dá morar na fronteira! Para além do Inglês!

 

5- Fazer um inter-rail

Ainda não fiz, mas é algo que definitivamente estaria numa lista feita por mim.

 

6- Pintar o meu quarto 

Já o fiz, mas só tem uma cor...

 

7- Ter um autografo do meu artista favorito 

Tenho muitos artistas favoritos, mas tenho o autógrafo do Ricardo Araújo Pereira!

 

8- Criar o meu blog 

Aqui está ele!

 

9- Ter um passaporte

Nunca andei de avião (ainda!)

 

10- Fazer parte de uma banda 

Se durante a primária contar! (eu tinha uma voz bonita na altura!)

 

11- Namorar com 2 pessoas ao mesmo tempo

Não o fiz, nem deve ser fácil fazer!

 

12- Comer uma lata de leite condensado sozinho

Sou intolerante à lactose, então, não! 

 

13- Nadar sem roupa 

É bom!

 

14- Praticar um desporto de competição 

Natação! Mas tive de desistir!

 

15- Ir a uma festa na praia

Não que eu me lembre!

 

16- Fazer couchsurfing 

Se é equilibrismo em cima do sofá já o fiz! A minha mãe que o diga...

 

17- Ir ao meo sudoeste

Não fui... Mas quem sabe um dia!

 

18- Nadar com golfinhos

Não está nas minha 25 preferências!

 

19- Ter um namoro de verão 

Já tive. Nada de especial.

 

20- Fazer uma tatuagem 

Está definitivamente no top ten da minha lista!

 

21- Ver o nascer do sol com alguém especial 

Vi nascer o sol muitas vezes! Algumas bem acompanhado!

 

22- Convidar aquela miuda para sair 

Sim!

 

23- Jogar beer pong

Uma coisa a adicionar à minha to do list!

 

24- Dizer "não" quando a vontade é dizer "sim" 

Como toda, ou quase toda, a gente, especialmente a bolos!

 

25- Ser moche 

Pronto!

 

14/25, é um bom registo! Lembrando que há pelo menos uma que não posso fazer (o leite condensado), é positivo. E ainda falta algum tempo para os 25. Amanhã vou elaborar uma lista minha! Está decidido!

E vocês quantas fizeram?

E toda a gente se encontra...

por António, em 10.02.14

Já tardava em chegar uma moda nova ao Facebook. Mas eis que chegou e em força!

Agora as pessoas veem-se em todo lado, é na biblioteca, é no comboio, no autocarro. Depois vão contar as histórias ou estórias para toda a gente ler e acreditar que o amor é um conto de fadas que acontece como nos romances de Nicholas Sparks e que é muito triste quando aqueles olhares ardentes e carinhosos se cruzaram numa viagem de autocarro, comboio, metro ou na biblioteca, não terminam num romance ardente e lascivo. 

É normal as pessoas verem-se nos autocarros ou comboios, as viagens demoram muitas horas e nem  sempre há como matar esse tempo e há certamente alguém que nos prende um pouco mais a atenção, no big deal! Então quando se está na biblioteca a estudar várias horas seguidas até o olhar da funcionária que arruma os livros há 20 anos é uma alegria. 

Não é por se trocar uns olhares num metro apinhado de gente que vai nascer dali um romance eterno e cheio de corações, nunca pensaram que a pessoa pode não poder olhar para outro lado? Às vezes vão pessoas mal cheirosas no metro!

No meio de tanta gente que se viu, o que me faz mais sentido mesmo é o Vi-te no banco traseiro do meu carro. Haverá certamente mais amores que começaram nesse recondito espaço do que no autocarro, comboio ou bibliotecas...

Amar não é real...

por António, em 08.02.14

Como se pode sentir algo tão forte que não tem por si uma definição? Como se pode dizer que se ama alguém quando ninguém saber o que é amar? A minha definição de amar pode ser - e é - diferente de outros. Cada um sabe então o que é amar à sua maneira. Se eu amo de uma forma e a pessoa que me ama o faz de forma diferente, amar não pode então ser real, tem de ser então apenas uma ideia nossa, um conceito diferente.

"Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém, É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa" (Fernando Pessoa, O Livro do desassossego)

 

Talvez o amor seja apenas uma ilusão. Certamente não é aquilo que se vê. Amar tem de ser mais do que isso, tem de ser perfeito, tem de ser tão forte que apenas e para sempre o sentimento nos preencha sem necessidade de mais.

Amar é uma forma de loucura, e de certa forma eu sempre fui louco!

Seguindo a onda #2

por António, em 07.02.14

Não passou muito tempo desde que estou neste mundo dos blogs, mas sigo de perto alguns deles, talvez não comente muito porque nem sempre sei o que dizer ou porque está tudo dito no post em si. De entre os blogs que sigo mais atentamente gostava de destacar um que é sobre a Vida de uma Estudante Universitária.

O blog fala sobre a vida de Ana S., uma estudante com uma visão clara e concisa da vida acerca daquilo que é transversal a muitos que estão na universidade. Os posts são curtos e podemos perder-nos por entre aquelas linhas de simplicidade.

Não encontro muito mais que dizer - ainda não estou habituado a estas coisas - mais vale mesmo é visitar.